As flores não nascem
na floricultura

As de vaso, as de corte e as ornamentais: cada uma
tem sua beleza! Mas o que muitas vezes não enxergamos é a
beleza da estrutura produtiva de cada uma delas − desde a geração de
sementes e mudas, até o plantio, os cuidados no crescimento, no corte,
no armazenamento, na embalagem, além do transporte e distribuição,
que devem ser realizados de maneira minuciosa, por se tratar de um
produto tão delicado.

Há cinco anos fizemos um levantamento e os números eram estes:
a riqueza anual gerada pela cadeia era de R$ 4,5 bilhões, massa salarial
anual de R$ 2,8 bilhões pagos a 200 mil pessoas e arrecadando R$ 2,4
bilhões em impostos.

Dentro desta estrutura produtiva, encanta um modelo que importamos da Holanda, e que funciona em Holambra (SP) há 30 anos. Trata-se de um leilão que une produtores a compradores, sendo um dos principais centros de comercialização de flores e plantas ornamentais,
funcionando como um balizador da qualidade e de preços, de forma
transparente, chegando a realizar em um dia, 10 mil negócios!

O bonito é ver que o Veiling, como é chamado, é uma cooperativa que possui 400 donos de pequeno, médio e grande porte e oferece 3.500 variedades de flores e plantas ornamentais para cerca de 600 clientes. Um negócio que emprega quase 400 pessoas e desperta bem-estar e emoção.

Na próxima vez que olhar para uma flor no ponto de venda, imagine todo o seu caminho até chegar lá, com o objetivo de te relaxar ao contemplá-la. Leve-a para casa e permita-se namorá-la!

Veja também: www.portalzumm.com.br

Análises e conjunturas

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